A Criação do Mundo

Criação do Mundo



Por que Alguém Deveria se Comprometer a uma Igreja?


Entendo que todos os que seguem a Jesus como Senhor e Salvador deva ser compromissado com a IGREJA. Ela é o Corpo de Cristo. É a noiva de Cristo. Nela encontramos abrigo, podemos ser trabalhados por Deus. É a Igreja, a reunião dos que tem comunhão com Deus e com o próximo. A Igreja é a Agência de recuperação do ser humano mais usada por Deus. Ela é a reunião dos que foram remidos do pecado por Cristo. Nela somos presenteados com dons dados por Deus para sermos instrumentos, Dele e para Ele, em amor ao próximo. A Igreja é a (re)união do povo que aguarda a volta do seu Senhor e Pastor, Jesus, para levá-la ao Eterno Lar. Portanto, quem está inserido nela, viva, cresça e permaneça! Quem está fora dela, venha!
Pr. Adriano J. C. Moura

IPB - Lançada a Pedra Fundamental do Templo Em Tubarão

Presidente do Supremo Concílio IPB - Rev. Roberto Brasileiro Silva
Presidente do Sínodo da Integração Catarinense - Ciro Aimbiré
Rev. Jônatas e Esposa - Pastor da IPB Tubarão

Pastores do PFLO  com o Presidente SC/IPB
Membros da IPB Tubarão
Na última segunda-feira, dia 31 de outubro, às 19h00, o Rev. Roberto Brasileiro Silva, Presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, fez o lançamento da Pedra Fundamental do templo da IP Tubarão, na Av. Expedicionário José Pedro Coelho, 2023 – Humaitá.
O evento contou também com a presença do Presb. Ciro Aimbiré de Moraes Santos, Presidente do Sínodo da Integração Catarinense, Rev. Joel Vieira da Silva, Presidente do Presbitério de Florianópolis e vários pastores do PFLO e PLIC.
A IP Tubarão deverá ser organizada neste ano pelo Presbitério de Florianópolis e a construção de seu templo conta com recursos do Plano Missionário Cooperativo e parceria da Junta Patrimonial e Financeira da IPB. Também conta com a colaboração de igrejas do PFLO, como a Igreja Presbiteriana do Estreito, entre outras. A conclusão da obra e a consagração do templo está prevista para setembro de 2012.    
Fonte do texto e foto: Sínodo da Integração Catarinense IPB Tubarão  
                                                                                                                              
                  Pessoas vão à Igreja!


Qual é a tua razão? Ela não importa para DEUS! 
Venha como estás!


Veja o que é a Igreja


Você é convidado a ajuntar-se a nós 
para fazermos 
uma Igreja que agrade a Deus!




Há sempre uma IPB perto de você falando do amor de Deus ao seu Coração!




REFLEXÃO Extraída
Sínodo Integração Catarinense 
http://www.sicipb.org.br  

UMA IGREJA VIVA
Para todos os cristãos a igreja representa uma realidade intrínseca à própria natureza da fé. Ser cristão e ser parte da igreja são a mesma coisa. Muitos tentam separar uma coisa da outra, mas é simplesmente impossível. A identidade do cristão está atada a identidade da igreja. A igreja é a comunhão do povo de Deus. Ser povo de Deus e ser igreja é uma coisa só.
Os apóstolos procuraram definir a igreja usando imagens e metáforas como: corpo, família, edifício. São imagens que mostram a igreja como uma realidade dinâmica, onde cada parte (membro) encontra a sua singularidade na comunhão com os outros. A unidade depende da diversidade e a diversidade é afirmada na unidade.
Uma imagem que nos ajuda a entender a dinâmica da igreja é reconhecê-la como o transporte que nos leva ao nosso destino final. O povo de Deus, em toda a história, sempre foi um povo peregrino. É o povo que vive o êxodo derradeiro. É o povo que foi liberto do seu cativeiro (pecado), vive uma nova identidade (nova criação), e caminha para Canaã (nova Jerusalém). A igreja é o meio de transporte nesta longa viagem. É ela que nos ajuda a não perder de vista nossa identidade e missão, de onde viemos e para onde vamos. Não somos capazes de fazer isto sozinhos. Precisamos uns dos outros.
A carta de Paulo à Igreja de Éfeso é rica em nos apresentar esta realidade viva e dinâmica do povo de Deus. Para Paulo, este povo que esteve morto nos seus “delitos e pecados”, e que recebeu vida pelo “grande amor com que Cristo nos amou”, é a família de Deus, o “santuário dedicado ao Senhor”, “corpo de Cristo”, o povo que vive para o “louvor da glória de Jesus”, e que caminha em direção ao “pleno conhecimento do Filho de Deus”.
E para tornar esta viagem agradável, Paulo recomenda algumas coisas: A primeira é o cuidado que devemos ter com nossos relacionamentos. A viagem é longa, tem muita gente dentro desta condução e é preciso cuidar para que nossa identidade como povo de Deus seja preservada. Paulo chama isto de “unidade”. Em seu apelo, ele insiste em que nos “esforcemos diligentemente” – que haja um esforço consciente e deliberado para “preservar a unidade do Espírito no vinculo da paz”. Os conflitos irão surgir. As tensões vão aparecer. O mais importante em tudo isto é não esquecer que somos filhos do mesmo Pai, servos de um mesmo Senhor, membros de um único corpo, viajando para o mesmo destino e que dependemos uns dos outros. Se mantivermos esta consciência de quem somos, a quem pertencemos, quais são nossas responsabilidades e para onde vamos, a viagem seguirá em paz. Paulo chama tudo isto de “vocação”. Cristo nos salvou e nos chamou para vivermos como povo de Deus, não só na igreja (espaço de culto e adoração), mas como igreja (trabalho, família, laser). Viver em todos estes espaços como povo de Deus é “andar de modo digno da vocação a que fomos chamados”.
Um segundo aspecto que Paulo destaca nesta viagem é a importância do serviço. Fomos chamados por Cristo para servir. A forma como isto se dá é através do uso dos dons. Na imagem que Paulo faz da igreja como “corpo de Cristo”, ele descreve a importância de cada órgão para a saúde de todo o corpo. O uso dos dons é a forma como a comunidade da fé interage na vida uns dos outros, e na sua missão no mundo, contribuindo para que todos compreendam e respondam ao chamado de Deus.
Precisamos uns dos outros para sermos bons pais e mães, profissionais éticos e comprometidos com o testemunho de Cristo, bons filhos, bons patrões e empregados, bons cidadãos e por aí vai. Não conseguimos isto sozinhos. Precisamos de mestres, profetas, evangelistas e pastores que nos ajudem a compreender o propósito de Deus, o mundo em que vivemos e a forma como devemos viver para agradar a Deus. Na medida em que cada um compreende seu lugar, reconhece que tem dons e habilidades, e coloca tudo a serviço do povo de Deus.
O terceiro aspecto que Paulo apresenta envolve a necessidade de crescermos ou, numa expressão mais apropriada, amadurecermos, o que envolve um crescimento integral (intelectual, emocional, espiritual, afetivo, etc). Paulo nos mostra que tudo isto – vocação e serviço – tem por finalidade o “aperfeiçoamento dos santos”. Nossa vocação não é a de nos entreter ao longo da viagem, mas a de nos formar mutuamente em Cristo. Nosso objetivo como povo de Deus é sermos conformados à imagem de Jesus Cristo ou, na linguagem de Paulo, chegarmos “a unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo”. Não fomos chamados para criar programas para nos entreter enquanto a viagem demora. Mas estamos nos preparando para o grande encontro com o nosso Salvador. Como podemos ver, não existe lugar para expectadores na comunidade do povo de Deus. O que Paulo nos afirma é que “a graça foi concedida a cada um de nós…”. Todos receberam dons para servir e todos foram chamados para servir. Alguns servirão os outros de forma pouco visível, modesta, outros de forma mais visível. Não importa. O que importa é que todos nós estamos andando de modo digno do nosso chamado. Não aceite ser um mero expectador da paisagem enquanto viajamos. Participe da viagem. Dá trabalho, mas a recompensa é gloriosa. 
Rev. Ricardo Barbosa de Sousa
Autor: Rev. Ricardo Barbosa de Souza
Pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto - Brasília - DF
Fonte: Boletim Dominical da IPP – 24/07/2011
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